sexta-feira, 11 de maio de 2012
Falta de atendimento da Agencia do INSS de Conceição do Coité – Ba.
Falta de atendimento da Agencia do INSS de Conceição do Coité
– Ba.
Hoje à tarde as 15.23 minutos, um advogado e Três dirigentes
Sindicais foram barrados no portão da agencia do INSS, de forma grosseira pelo virgemente
que disse esta cumprindo ordens do seu chefe, é muito estranho, pois na porta
tinha uma placa que dizia ser o atendimento
as 8 as 17hs, providências terão que serem
tomadas, pois se fizeram assim este
pessoal imagem com o trabalhador que vai o INSS em Coité.
Em 11 de maio de 2012.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Lamarão Bahia assembléia geral 26.04.2012
Discurso de Carlos e Tony Miranda reunião do Sindicato dos Trabalhadores
Rurais de Lamarão em 26.04.2012.
Ligue em cima e vejam os vídeos
Reunião do Sindicato para Reivindicar as Coisas para Lamarão
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Nordestino verdadeiro. Serrinha;Lamarão e outras cidades
Nordestino
verdadeiro não quer esmolas do Governo quer ações e condições para conviver com
a Seca sem estas falsas bolsas e outras.
A Seca nunca
vai acabar sempre teremos estes períodos isto é mais velho do que os Governos.
Carlos
Miranda Lima Filho.
ARSindical -
Bahia
terça-feira, 1 de maio de 2012
Conheça dez profissões em alta no mercado de trabalho
Conheça dez profissões em
alta no mercado de trabalho
Com economia aquecida, empresas brasileiras estão
buscando mão de obra qualificada e, para isso, pagando melhor
Luís
Guilherme Barrucho, da BBC
SÃO PAULO
- Confiantes no vigor da economia brasileira, empresas locais e multinacionais
com filiais no Brasil preveem contratar mais profissionais nos próximos anos,
aumentando, para isso, as exigências de qualificação da mão de obra.
O
otimismo dos empregadores resultou também em uma crescente formalização na
relação com os trabalhadores. Dados do último Censo, divulgados na semana
passada pelo IBGE, revelam que 63,9% da população ocupada tinha carteira
assinada em 2010, contra 54,8%, em 2000.
Segundo
um relatório divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de
Janeiro (Firjan) em fevereiro desse ano, a expectativa de contratação para os
próximos anos permanecerá aquecida.
Intitulada
Perspectivas Estruturais do Mercado de Trabalho na Indústria Brasileira - 2020,
a pesquisa ouviu de 402 empresas brasileiras - que, juntas, empregam 2,2
milhões de pessoas - quais setores demandarão mais profissionais nos próximos
anos.
De acordo
com o estudo, quem deve liderar as contratações no país é a área da engenharia,
além do segmento comercial - este último um dos principais empregadores de uma
economia que caminha cada vez mais em direção ao setor de serviços, dizem
especialistas.
"Depois
de 'arrumar a casa' em 2011, ou seja, organizar suas finanças, as empresas
estão buscando entregar resultados neste ano. Isso significa maximizar os
lucros, algo que se reflete no perfil das contratações", diz Paulo Pontes,
presidente da filial brasileira da Michael Page, uma das principais agências de
recrutamento de executivos de média e alta gerência do país.
Para
isso, as companhias brasileiras estão elevando suas exigências. Segundo o
relatório da Firjan, 69,1% das empresas ouvidas requerem, no mínimo, algum tipo
de pós-graduação para profissionais de nível superior. Já para mais da metade
delas, o diploma universitário é indispensável, inclusive, para profissionais
de nível médio/técnico.
Marcando
as celebrações do Dia do Trabalho neste 1º de Maio, a BBC Brasil entrevistou
especialistas para descobrir dez profissões que devem permanecer
"aquecidas" nos próximos anos. Confira a lista:
1)
Engenheiro de Petróleo
Quanto
ganha (em média): R$ 14.000
O que
faz: É responsável pelo desenvolvimento de projetos de exploração do petróleo e
seus derivados em poços e jazidas, buscando uma maior eficiência de produção
sem dano ao meio-ambiente. Com a descoberta do pré-sal, a profissão ganhou
'alma' própria - e é oferecida, hoje, como curso de graduação nas principais
universidades do país.
2)
Engenheiro de mobilidade
Quanto
ganha (em média): R$ 12.000
O que
faz: Supervisiona grandes obras de infra-estrutura, verificando se estão
adequadas às normas legais. Nos grandes centros urbanos, esse profissional é
encarregado de gerenciar o planejamento do transporte urbano. A carreira entrou
no radar dos recrutadores depois que o Brasil foi confirmado como sede de
grandes eventos, como a Copa do Mundo e a Olimpíada.
3)
Engenheiro ambiental e sanitário
Quanto
ganha (em média): R$ 8.000 a R$ 12.000
O que
faz: Concebe e executa projetos que diminuam o dano causado pela ação humana no
meio-ambiente. A profissão é cada vez mais requisitada por grandes empresas e
governos ciosos de seu compromisso com o desenvolvimento sustentável.
4) Médico
do Trabalho
Quanto
ganha (em média): R$ 10.000 a R$ 16.000
O que
faz: Trata-se de um ramo da medicina especializado na promoção do bem-estar e
da saúde do trabalhador. Profissionais dessa área avaliam a capacidade de um
candidato de executar determinada tarefa, além de realizar exames de rotina nos
funcionários para verificar o cumprimento das obrigações trabalhistas.
5)
Gerente de Recursos Humanos
Quanto
ganha (em média): R$ 8.000 a R$ 14.000
O que
faz: É responsável por recrutar novos profissionais e assegurar a permanência
dos antigos. Antes subestimada, a profissão saiu do limbo e conquistou
importância à medida que as empresas perceberam a necessidade de reter bons
profissionais face à concorrência.
6)
Controller
Quanto
ganha (em média): R$ 10.000 a R$ 20.000
O que
faz: Analisa e interpreta as informações contábeis das empresas de forma a
reduzir perdas e maximizar o lucro, utilizando, para isso, conhecimentos
avançados de administração. Atua no "centro nervoso" da companhia,
relacionando os campos da contabilidade e da administração.
7)
Advogado de contratos
Quanto
ganha (em média): R$ 10.000 a R$ 14.000
O que
faz: Analisa e redige contratos. É uma das áreas do Direito que mais tem
crescido, acompanhando a escalada das fusões e aquisições de empresas no
Brasil.
8)
Gerente comercial/vendas
Quanto
ganha (em média): R$ 8.000 a R$ 18.000
O que
faz: É responsável pelo planejamento e controle das vendas, desde a saída dos
produtos da fábrica até a chegada à casa dos consumidores. Cada vez mais
disputado pelas empresas, precisa ser bem relacionado e carismático, com
conhecimentos avançados de administração e marketing.
9)
Biotecnologistas
Quanto
ganha (em média): R$ 4.000 a R$ 5.000
O que
faz: Pesquisa a criação, melhoria e gerenciamento de novos produtos nas áreas
de saúde, química, ambiental e alimentícia. Na área da microbiologia, pode
atuar na produção de vacinas. É cada vez mais requisitado por indústrias,
cientes da necessidade da otimização da cadeia produtiva.
10)
Técnico em Sistemas de Informação
Quanto
ganha (em média): R$ 2.000 a R$ 3.000
O que
faz: Profissional de nível médio, é responsável por criar e analisar os
sistemas de armazenamento e coleta de dados de uma companhia.C
Fonte:
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Seca: 215 municípios baianos vão receber verba do Governo FederalSeca: 215 municípios baianos vão receber verba do Governo Federal 25/04/2012 22:20:00 Tamanho da fonte: Problemas da seca na Bahia vem aumentando a cada dia Já são 215 os municípios baianos prejudicados pela seca, com 2,4 milhões de pessoas afetadas. No entanto, o governo estadual ainda não sabe quanto dos R$ 2,7 bilhões anunciados na última segunda-feira (23) pela presidente Dilma Rousseff (PT), virá para a Bahia. O anúncio foi feito durante uma reunião em Aracaju (SE) com os representantes dos nove estados do Nordeste afetados pela estiagem. No pacote de ações está incluída a concessão de crédito emergencial de até R$ 12 mil para pequenos produtores, com redução de juros para 1% ao ano. No caso de médios e grandes agricultores, os empréstimos podem chegar a R$ 100 mil, mas os juros também serão maiores: 3,5% ao ano. O valor total disponibilizado para esta ação será de R$ 200 milhões para os quase 500 municípios afetados em todo o Nordeste. Bolsa-estiagem Outra medida é o bolsa-estiagem, que garantirá o pagamento de R$ 400 ao pequeno agricultor que tiver sido prejudicado pela seca. Para ter direito à bolsa, o trabalhador deve ter um Cadastro Único (mesmo utilizado para o Bolsa-Família) e não pode ser beneficiário do Programa Garantia Safra, que já paga R$ 680 para quem tiver a colheita perdida por causa da seca. "Parece pouco pagar R$ 400 em cinco parcelas de R$ 80. Mas para o agricultor que não tem mais nada, é uma ajuda enorme", diz o secretário estadual da Agricultura, Eduardo Salles. Ele e uma equipe da secretaria estão fazendo um excursão por algumas das cidades mais afetadas, para mapear as demandas dos agricultores. "Hoje fomos em Campo Alegre de Lourdes, Pirão Arcado, Sobradinho... A situação está muito triste. Dá vontade de chorar", disse o secretário. Outras medidas Além do bolsa-estiagem e do crédito emergencial, também estão previstos a recuperação de 2.400 poços artesianos, a renegociação dos empréstimos com descontos de até 85% e a construção de cisternas e sistemas simplificados de abastecimento de água em pequenas comunidades. As obras previstas no programa “Água para Todos” também deverão ser antecipadas, para gerar empregos e melhorar o abastecimento. Nenhuma das medidas está valendo ainda, mas segundo Salles, todas elas serão implantadas "o mais rápido possível". No mês de maio, o governo e o Banco do Brasil vão realizar um mutirão em Bom Jesus da Lapa, Vitória da Conquista e Casa Nova, para viabilizar a negociação das dívidas dos agricultores que adquiriram crédito pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Ontem, o Diário Oficial do Estado publicou um decreto que garante o repasse de R$ 10 milhões, que já haviam sido liberados pelo Ministério da Integração Nacional, para a contratação de carros-pipa em todas as cidades afetadas. Além de quase todo o semiárido, oito municípios de outras regiões da Bahia também estão sofrendo com a seca. Mas a situação ainda pode piorar: a expectativa do governo federal é que mais de 1,1 mil municípios ainda sejam afetados, com 12 milhões de pessoas atingidas - seis milhões delas na Bahia, o estado mais prejudicado. Aqui, entre as cidades de médio porte que foram atingidas, estão Feira de Santana e Irecê. Informações e foto do Correio.
Seca: 215 municípios baianos vão receber verba do Governo Federal
25/04/2012 22:20:00
O anúncio foi feito
durante uma reunião em Aracaju (SE) com os representantes dos nove estados do
Nordeste afetados pela estiagem. No pacote de ações está incluída a concessão de
crédito emergencial de até R$ 12 mil para pequenos produtores, com redução de
juros para 1% ao ano.
No caso de médios e
grandes agricultores, os empréstimos podem chegar a R$ 100 mil, mas os juros
também serão maiores: 3,5% ao ano. O valor total disponibilizado para esta ação
será de R$ 200 milhões para os quase 500 municípios afetados em todo o
Nordeste.
Bolsa-estiagem
Outra medida é o
bolsa-estiagem, que garantirá o pagamento de R$ 400 ao pequeno agricultor que
tiver sido prejudicado pela seca. Para ter direito à bolsa, o trabalhador deve
ter um Cadastro Único (mesmo utilizado para o Bolsa-Família) e não pode ser
beneficiário do Programa Garantia Safra, que já paga R$ 680 para quem tiver a
colheita perdida por causa da seca. "Parece pouco pagar R$ 400 em cinco parcelas
de R$ 80. Mas para o agricultor que não tem mais nada, é uma ajuda enorme", diz
o secretário estadual da Agricultura, Eduardo Salles.
Ele e uma equipe da
secretaria estão fazendo um excursão por algumas das cidades mais afetadas, para
mapear as demandas dos agricultores. "Hoje fomos em Campo Alegre de Lourdes,
Pirão Arcado, Sobradinho... A situação está muito triste. Dá vontade de chorar",
disse o secretário.
Outras medidas
Além do bolsa-estiagem
e do crédito emergencial, também estão previstos a recuperação de 2.400 poços
artesianos, a renegociação dos empréstimos com descontos de até 85% e a
construção de cisternas e sistemas simplificados de abastecimento de água em
pequenas comunidades. As obras previstas no programa “Água para Todos” também
deverão ser antecipadas, para gerar empregos e melhorar o abastecimento. Nenhuma
das medidas está valendo ainda, mas segundo Salles, todas elas serão implantadas
"o mais rápido possível".
No mês de maio, o
governo e o Banco do Brasil vão realizar um mutirão em Bom Jesus da Lapa,
Vitória da Conquista e Casa Nova, para viabilizar a negociação das dívidas dos
agricultores que adquiriram crédito pelo Programa Nacional de Fortalecimento da
Agricultura Familiar (Pronaf).
Ontem, o Diário
Oficial do Estado publicou um decreto que garante o repasse de R$ 10 milhões,
que já haviam sido liberados pelo Ministério da Integração Nacional, para a
contratação de carros-pipa em todas as cidades afetadas.
Além de quase todo o
semiárido, oito municípios de outras regiões da Bahia também estão sofrendo com
a seca.
Mas a situação ainda
pode piorar: a expectativa do governo federal é que mais de 1,1 mil municípios
ainda sejam afetados, com 12 milhões de pessoas atingidas - seis milhões delas
na Bahia, o estado mais prejudicado. Aqui, entre as cidades de médio porte que
foram atingidas, estão Feira de Santana e Irecê. Informações e foto do
Correio.
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